Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

09
Fev 09

Um tipo de auxílio raramente lembrado: o respeito que devemos uns aos outros na vida particular.

 

Caro é o preço que pagamos pelas lesões afetivas que provocamos nos outros.

 

Nas ocorrências da Terra de hoje, quando se escreve e se fala tanto, em torno de amor livre e de sexo liberado, muitos poucos são os companheiros encarnados que meditam nas conseqüências amargas dos votos não cumpridos.

 

Se habitas um corpo masculino, conforme as tarefas que foram assinaladas, se encontraste essa ou aquela irmã que se te afinou como o modo de ser, não lhe desarticules os sentimentos, a pretexto de amá-la, se não estás em condição de cumprir com à própria palavra, no que tange a promessas de amor.

 

E se moras presentemente num corpo feminino, para o desempenho de atividades determinadas, se surpreendestes esse ou aquele irmão que se harmonizou com as tuas preferências, não lhe perturbes a sensibilidade sob a desculpa de desejar-lhe a proteção, caso não estejas na posição de quem desfruta a possibilidade de honorificar os próprios compromissos.

 

Não comeces um romance de carinho a dois, quando não possas e nem queiras manter-lhe a continuidade.

 

O amor, sem dúvida, é lei da vida, mas não será lícito esquecer os suicídios e homicídios, os abortos e crimes na sombra, as retaliações e as injúrias que dilapidam ou arrasam a existência das vítimas, espoliados do afeto que lhes nutria as forças, cujas lágrimas e aflições clamam, perante A divina Justiça, porque ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração quando abandonado por outro e nem sabe a qualidade das reações que virão daqueles que enlouquecem, na dor da afeição incompreendida, quando isso acontece por nossa causa.

 

Certamente que muito desses delitos não estão catalogados nos estatutos da sociedade humana; entretanto, não passam despercebidos nas Leis de Deus que nos exigem, quando na condição de responsáveis, o resgate justo.

 

Tangendo este assunto, lembramo-nos automaticamente de Jesus, perante a multidão e a mulher sofredora, quando afirmou peremptório: "aquele que estiver isento de culpa, atire a primeira pedra".

 

Todos nós, os espíritos vinculados à evolução da Terra, estamos altamente compromissados em matéria de amor e sexo, e, em matéria de amor e sexo irresponsáveis, não podemos estranhar os estudos respeitáveis nesse sentido, porque, um dia, todos seremos chamados a examinar semelhantes realidades, especialmente as que se relacionem conosco, que podem efetivamente ser muito amargas, mas que devem ser ditas.

publicado por SISTER às 08:20
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27
Nov 08



Não importa:
            que a ventania da incompreensão nos zurza o caminho;
            que a ignorância nos apedreje;
            que a injúria nos aponte ao descrédito;
            que a maledicência nos receba a jarros de lama;
            que a intriga nos envolva em sombra;
            que a perseguição nos golpeie;
            que a crítica arme inquisições para condenar-nos;
            que os obstáculos se multipliquem, complicando-nos a jornada;
            que a mudança de outrem nos relegue ao abandono;
            ou que as trevas conspirem incessantemente, no objetivo de perder-nos.
            Importa nos agasalhemos na paciência;
que nos apliquemos à desculpa incondicional;
que nos resguardemos na humildade,
observando que só temos e conseguimos aquilo que a Divina Providência
nos empreste ou nos permita realizar;
que nos cabe responder ao mal com o bem, sejam como sejam as circunstâncias;
e que devemos aceitar a verdade de que cada coração
permanece no lugar em que se coloca e que, por isso mesmo,
devemos, acima de tudo, conservar a consciência tranqüila,
 trabalhar sempre e abençoar a todos,
procurando reconhecer que todos somos de Deus e todos estamos em Deus,
 cujas leis nos julgarão a todos, amanhã e sempre,
segundo as nossas próprias obras.

publicado por SISTER às 11:32
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31
Out 08

Ante a névoa das lágrimas, quando a incompreensão de outrem te agite os sentimentos, lembra-te de alguém que sempre te oferece entendimento e conforto.

 

Ante a deserção de pessoas queridas, quando mais necessitavas de presença e segurança, pensa nesse benfeitor oculto que jamais te abandona.

 

Ante as ameaças do desânimo, nos obstáculos para a concretização de tuas esperanças mais belas, considera o amparo desse amigo certo que, em tempo algum, te recusa bom-ânimo.

 

Ante a queda iminente na irritação, capaz de induzir-te à delinqüência, refugia-te no clima desse doador de serenidade que te guarda o coração nas bênçãos da paz.

 

Ante as sugestões do desequilíbrio emotivo, suscetíveis de te impulsionarem a esquecer encargos que assumiste, reflete no mentor abnegado que jamais te nega defesa, para que usufruas a tranqüilidade de consciência.

 

Ante prejuízos, muitas vezes causados por amigos aos quais empenhaste generosidade e confiança, medita nesse protetor magnânimo que nunca te desampara e que promove, em teu favor, sempre que necessário, os recursos precisos à recuperação de que careças.

 

Ante acusações daqueles que se te fazem adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao instrutor infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.

 

Ante as crises da existência que te sugiram revolta e desespero, recorda o mestre da paciência que te resguarda constantemente na certeza de que não há problema sem solução para quem trabalha e serve para o bem sem perder a esperança.

 

Ante os desgostos e contratempos que te sejam impostos pelos entes amados, não te emaranhes no cipoal das afeições possessivas, refletindo no companheiro que te ama desinteressadamente muito antes que te decidisses a conhecê-lo.

 

E quando perguntares quem será esse alguém que nunca te desampara e que te garante a vida, em nome de Deus, deixa que os teus ouvidos se recolham aos recessos da própria alma e escutarás o coração a dizer-te na intimidade da consciência que esse alguém é Jesus...

publicado por SISTER às 15:22
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06
Out 08

A igualdade, sem dúvida, é a realidade nas raízes da existência.

 

Todos os seres possuem direitos idênticos de acesso à elevação, sob qualquer prisma, entretanto, é preciso considerar que os deveres graduam as vantagens, dentro da vida.

 

No caminho da evolução, desse modo, a teoria igualitária absoluta é invariável utopia que nenhum sistema político poderá materializar.

 

Mas, se é verdade que não podemos improvisar a ancianidade do Espírito, que só o tempo confere a cada criatura, na jornada para a maturação, o trabalho é sempre a riqueza rel, suscetível de ser ampliada em nosso destino, ao preço de nossa boa vontade.

 

Assim sendo, não te esqueças das oportunidades que a Divina Providência te oferece cada dia, em favor do teu crescimento.

 

Os degraus da subida de nossa alma no rumo da perfeição destacam-se, hora a hora, através das situações e das pessoas que nos rodeiam.

 

Não residem nas facilidades que nos acomodam o coração com as linhas inferiores do mundo. Salienta-se nos obstáculos com que somos defrontados.

 

Cada problema e cada aflição, cada prova mais rude e cada luta mais árdua representam pontos vivos de ascensão que podemos aproveitar, em favor do próprio aprimoramento.

 

Aprendamos a respeitar o próximo e auxilia-lo, na convicção de que amparando os nossos irmãos de caminho, auxiliaremos a nós mesmos, de vez que adquiriremos o tesouro da experiÊncia, que nos enriquecerá de visão para os cimos que nos cabe alcançar.

 

Cada fonte vive em seu nível.

 

Cada projeção de luz caracteriza-se por determinado potencial de radiação.

 

Cada flor guarda o perfume que lhe é próprio.

 

Cada árvore produz segundo a espécie a que se subordina.

 

Cada Espírito respira na esfera que elege para clima ideal da própria existência...

 

Compete-nos buscar a posição de superioridade que Jesus nos oferece, aceitando o sacrifício pelo bem que a vida nos impõe, a fim de que nos façamos hoje desiguais da personalidade que ostentávamos ontem, perdendo os envoltórios pesados que ainda nos imantam a zonas escuras da Terra e tentando a sintonia com os benfeitores que nos esperam na Glória Espiritual.

 

publicado por SISTER às 09:51
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13
Set 08

Um tipo de beneficência indispensável ao êxito nas tarefas de grupo: o entendimento entre os companheiros.

Não nos referimos ao entendimento de superfície, mas à compreensão de base, através da paciência recíproca, que se apresente, na esfera do trabalho, para a superação de todo o impeço.

Acostumamo-nos a subestimar as exigências pequeninas, como sejam : a supressão de um equívoco, a reformulação de um pedido, uma frase calmante em hora difícil, o afastamento de uma queixa... E a tisna de sombra passa a enovelar-se com outras tisnas de sombra; a breve espaço, hei-las transformadas em bola de trevas, intoxicando o ânimo da equipe com a obra ameaçada de colapso ou desequilíbrio.

Não ignoramos que um parafuso desarranjado numa roda em movimento, compromete a segurança do carro; que o curto-circuito em recanto esquecido, é suscetível de incendiar e destruir edifícios inteiros... Mesmo assim : não sanamos, comumente, o mal-entendido, capaz de converter-se em agente de perturbação ou desordem, arrasando largas somas de serviço, no qual se garante a paz da comunidade. Estabelecido o descontrole no mecanismo de nossas relações uns com os outros, pausemos um minuto de meditação e prece, para observar com serenidade o desajuste em causa ou o hiato havido. Em seguida, aceitemos a mais elevada função da palavra : a da construção do bem, e, saibamos esclarecer-nos, mutuamente, esculpindo o verbo em tolerância e fraternidade, a fim de que a marcha eficiente do grupo não se interrompa.

Certifiquemo-nos de que muito coração do caminho espera unicamente um toque de gentileza para se descerrar à alegria e ao trabalho, ao apaziguamento e à renovação, lembrando certas portas de nobre e sólida estrutura que agüentam golpes e murros de violência, sem se alterarem, mas que se abrem, de imediato, sob a doce pressão de uma chave.

 

publicado por SISTER às 11:43
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20
Ago 08

Nunca estimular o mal onde o mal apareça, mas reconhecer que não adianta condenar-lhe as vítimas a pretexto de corrigi-las.

Enumeremos algumas razões em apoio da afirmativa:

somos espíritos eternos atuando na sustentação do Universo e respondendo invariavelmente pelos próprios atos, em função do próprio aperfeiçoamento;

a condenação não trará o mínimo proveito à pessoa em desequilíbrio cujos conflitos e necessidades da vida íntima claramente desconhecemos;

se um companheiro surge vinculado à delinqüência, a pancada verbal logrará unicamente aprofundar-lhe as chagas mentais da culpa;

se desejamos auxiliar alguém confessadamente em erro, apontar esse alguém ao escárnio ou à censura dos outros, será tão-somente agravar-lhe as dificuldades e humilhações;

maldizer é afastar e destruir, ao invés de unir e melhorar, acabando semelhante atitude por transformar-se no método infeliz de gerar obstáculos e deteriorar relações.

Com estes enunciados, não aspiramos a dizer que se deve aprovar tudo ou tudo aceitar, quando observamos o engano tentando sobrepor-se à realidade. Importante, porém, considerar que, entre nós, os espíritos em evolução na coletividade terrestre, não encontramos ainda aqueles que se fizeram absolutos no bem, tanto quanto não surpreendemos aqueles outros que hajam descido ao absoluto no mal.

Não existem criaturas nas quais não consigamos identificar o lado nobre, o ângulo mais claro, o tópico da esperança ou a boa parte.

Em todas as formações do mal, valorizemos os germes do bem e prestigiemos os restos do bem onde estiverem, abençoando sempre todas as criaturas, a fim de que possamos ganhar a paz na guerra dos problemas de cada dia, de vez que condenar será sempre o melhor processo de perder.


 

publicado por SISTER às 12:12
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14
Ago 08

"Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a Vontade de Deus, possais alcançar a promessa." - Paulo. (HEBREUS, 10:36.)

 

Provavelmente estarás retendo, há muito tempo, a esperança torturada.

Desejarias que a resposta do mundo aos teus anseios surgisse, imediata, agasalhando-te o coração; entretanto, que paz desfrutarias no triunfo aparente dos próprios sonhos, sem resgatares os débitos que te encadeiam ao problema e à dificuldade?

Como repousar, ante a exigência do credor que nos requisita?

Descansará o delinqüente, antes da justa reparação à falta cometida?

Sabes que o destino materializar-se-á os planos de ventura, que a vitória te coroará, enfim, a senda de luta, mas reconheces-te preso ao círculo de certa obrigações.

O lar convertido em forja de angústia...

A instituição a que serves, onde sofres a intromissão da calúnia ou o golpe da crueldade...

O parente a que deves respeito e carinho, do qual recolhes menosprezo e ingratidão...

A rede dos obstáculos...

A conspiração das sombras...

A perseguição gratuita, a enfermidade do corpo, a imposição do ambiente...

Se as provas te encarceram nas grades constringentes do dever a cumprir, tem paciência e satisfazei as obrigações a que te enlaçaste!...

Não renuncies ao trabalho renovador!

Recorda que a Vontade de Deus se expressa, cada hora, nas circunstâncias que nos cercam! Paguemos nossas contas com a sombra, para que a Luz nos favoreça!

Em verdade, alcançaremos a concretização dos nossos projetos de felicidade, mas, antes disso, é necessário liquidar com paciência as dívidas que contraímos perante a Le
i.

 

publicado por SISTER às 07:46
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03
Ago 08

Não raro, encontramos, aqui e ali, os irmãos doentes por desajustes emocionais.

 

Quase sempre, não caminham. Arrastam-se. Não dialogam. Cultuam a queixa e a lamentação.

 

E provado está que na Terra, a tensão emocional da criatura encarnada se dilata com o tempo.

 

Insegurança, conflito íntimo, frustração, tristeza, desânimo, cólera, inconformidade e apreensão, com outros estados negativos da alma, espancam sutilmente o corpo físico, abrindo campo a moléstia de etiologia obscura, à força de se repetirem constantemente, dilapidando o cosmo orgânico.

 

Se conseguires aceitar a existência de Deus e a prática salutar dessa ou daquela religião em que mais te reconfortes, preserva-te contra semelhantes desequilíbrios.

 

Começa, aceitando a própria vida, tal qual é, procurando melhora-la com paciência.

 

Aprenda a estimar os outros, como se te apresentem, sem exigir-lhes mudanças imediatas.

 

Dedica-te ao trabalho em que te sustentes, sem desprezar a pausa de repouso ou o entretenimento em que se te restaurem as energias.

 

Serve ao próximo, tanto quanto puderes.

 

Detém-te lado melhor das situações e das pessoas, esquecendo o que te pareça inconveniente ou desagradável.

 

Não carregues ressentimentos.

 

Cultiva a simplicidade, evitando a carga de complicações e de assuntos improdutivos que te furtem a paz.

 

Admite o fracasso por lição proveitosa, quando o fracasso possa surgir.

 

Tempera a conversão com o fermento da esperança e da alegria.

 

Tanto quanto possível, não te faças problema para ninguém, empenhando-te a zelar por ti mesmo.

 

Quando a lembrança do passado não contenha valores reais, olvida o que já se foi, usando o presente na edificação do futuro melhor.

 

Se o inevitável acontece, aceita corajosamente as provas em vista, na certeza de que todas as criaturas atravessam ocasiões de amarguras e lágrimas.

 

Oferece um sorriso de simpatia e bondade, seja a quem for.

 

Quanto à morte do corpo, não penses nisso, guardando a convicção de que ninguém existiu no mundo sem a necessidade de enfrenta-la.

 

E, trabalhando e servindo sempre, sem esperar outra recompensa que não seja a bênção da paz na consciência própria, nenhuma tensão emocional te criará desencanto ou doença, de vez que se cumpres o teu dever com sinceridade, quando te falte força Deus te sustentará e onde não possas fazer todo o bem que desejas realizar Deus fará sempre a parte mais importante.

publicado por SISTER às 10:57
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28
Jul 08

Sem aproveitar o concurso daqueles que nos ferem, não conseguiríamos satisfazer aos impositivos da evolução.

      

      O ensinamento do Mestre, no que tange à tolerância e ao amor para com os adversários, é lição viva nas esferas mais simples da Natureza.

      

      Vejamos, por exemplo, a história breve do pão que enriquece a vida.

      

      Se a semente não suportasse a terra que a asfixia, não teríamos a germinação promissora.

      

      Se a plantinha tenra não tolerasse a enxada que lhe garante a limpeza, embora, por vezes, dilacerando-lhe as folhas, não conseguiríamos a floração.

      

      Sem a renúncia da flor a benefício da colheita, o celeiro seria relegado à secura.

      

      Se o grão não perdoasse à mó que o desintegra, não obteríamos a cooperação da farinha .

      

      Se a farinha convenientemente preparada não desculpasse o calor do forno que a sufoca, o pão não saciaria a fome das criaturas.

      

      Indispensável recorrer às lições singelas do ambiente em que repiramos para entender a necessidade de nossa adaptação às Leis que nos regem.

      

      Conflitos, discussões e contendas, simbolizam combustível no incêndio destruidor da discórdia.

      

      Por isso mesmo a sustentação de antagonismos e disputas é indébita conservação do desequilíbrio arrojando-nos inevitavelmente à enfermidade e à morte.

      

      Teimosia e rebelião, mágoa e azedume não atendem nas edificações do Cristo de Deus.

      

      Procuremos o nosso lugar de servir, reconhecendo que a direção é prerrogativa do Divino Mestre.

      

      Ouçamos-Lhe a voz que nos induz ao perdão incondicional e à compaixão sem limites, e, felizes seremos, em verdade, os trabalhadores fiéis do Evangelho, na estruturação da Terra melhor de amanhã.

 

publicado por SISTER às 07:49
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