Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

21
Jun 09

      Quantas vezes abri as portas de minha vida...

       E, através dela, entraram a alegria, a tristeza, a dor...

      Quantas vezes abri as portas na esperança de encontrar o sol

      e encontrei a névoa, outras vezes...

      pensava encontrar a chuva e encontrei o sol!

      

      Ah, porta esta! Que me surpreende,

      portas abertas a amigos que se foram

      e, hoje esquecem de tudo

      porta que recebo à tantos e, por vezes, tento fechar

      mas, falta-me coragem...

      Através dela, esta porta da vida,

      venho me aperfeiçoando e aprendendo, a cada instante,

      por mais trancas que coloque

      sempre esqueço entreaberta...

      

      Esta porta, por vezes a entrada de minhas expiações,

      Trouxe-me também o amor, e este compensa...

      Dando-me forças de suportar a tudo.

      Fecha-la afinal, para que?...

      Não vim ao mundo para acovardar-me ou,

       fechar-me para tudo,

      pois sou filho de alguém que é, simplesmente,

      O grande chaveiro do universo!...

      

      E lá vou eu, mais uma vez, em direção a esta porta,

      Que por vezes me foi traiçoeira e outras tantas amiga,

      Abri-la para mais um dia, para mais uma emoção,

      para o desconhecido...

      até que um dia..."este grande chaveiro",

      venha...e por vez a feche!...

      Mas, certamente ele me abrirá outras portas,

      Assim é nossa vida, nossa morte física,

      repleta de portas, cabe a mim, somente continuar...

      Abrindo...Abrindo...Abrindo!...

publicado por SISTER às 11:13

Te amo cuando el día nace
Cuando el pájaro canta..
Cuando en la radio escucho una
Canción de amor que encanta

Te amo cuando digo no,
Cuando discutes, te cubro y me agito
Cuanto te recrimino, cuando callo.
Cuando digo esta vez no vuelvo.

Te amo cuando recuerdo tu voz suave,
Cuando recuerdo tus amargos gritos
Cuando la tarde muere en el horizonte.
Cuando digo se acabó, hasta nunca mas.

Te amo cuando llega la noche
Con su velo dulce y misterioso
Cuando llueve, cuando esta frío.
Cuando recuerdo tu beso delicioso

Te amo en los momentos de rabia
Cuando discutes , cuando pierdo la calma..
Te amo mi amor a tiempo completo
Porque estás, ligado a mi alma!

 

publicado por SISTER às 11:11

Te amo quando o dia nasce,
Quando o pássaro canta...
Quando no rádio ouço uma
Canção de amor que encanta.

Te amo quando digo não,
Quando brigo, te cobro e me revolto,
Quando te recrimino, quando me calo...
Quando digo desta vez não volto....

Te amo quando lembro tua voz suave,
Quando recordo teus doridos ais...
Quando a tarde morre no horizonte...
Quando digo acabou, até nunca mais...

Te amo quando chega a noite
Com seu véu doce e misterioso.
Quando chove, quando esfria...
Quando lembro teu beijo gostoso...

Te amo nos momentos de raiva
Quando brigas, quando perco a calma...
Te amo meu amor o tempo inteiro,
Porque estás, ligado à minha alma!

publicado por SISTER às 11:10

      Eu sei que vou te amar...
      Por toda a minha vida...
      Além desta vida...
      E por todas as vidas
      Que ainda hei de viver....
      Almas gêmeas são metades
      Que se encaixam... E jamais
      Serão uma... Quando separadas...
      Mas metades...
     

publicado por SISTER às 11:08

      Encontro-te nas ruas do meu silêncio
      olhando a paisagem que acolhe minh'alma
      meus olhos nos teus se entrelaçam
      tecendo em seda as malhas da nossa união

      Um terno sorriso se abre em nossas bocas
      numa cumplicidade quase involuntária
      O toque suave das peles rompe muralhas

      Nenhuma palavra, apenas o olhar.
      Corações que palpitam dentro do peito
      marcam o ritmo de nossos momentos
      A brisa suave que envolve nossos corpos
      contrastando com nosso intenso calor.
      Somos fusão sem pressa nem tempo
      Abrem-se as portas do reino do amor.

      Colho a flor rósea que tu me ofertas
      aspiro o perfume , cubro-a de beijos
      Qual um beija flor sorvo seu néctar
      pairo no ar, na dança gentil,
      num ir e voltar acendo o desejo
      toca o meu bico o teu corpo febril

      Coisas do amor, sem explicação,
      real união do côncavo e o convexo
      almas que ardem ao sol da paixão
      estrelas que explodem no nosso universo

publicado por SISTER às 11:07

      Quando partiste e ao longe sumiste
      Costas voltadas ao meu sofrimento
      Parada fiquei, perdida no vento
      Entre um alento alegre e triste

      Nada ao tempo por certo resiste
      Inda que seja um real sentimento
      Torna-se o doce o mais puro tormento
      Enquanto n'alma o pranto persiste

      Fui tua dama, leal companheira
      Fui tua amante nas noites mais quentes
      Hoje apenas sou triste prisioneira

      Destas lembranças que trago de ti
      Foste meu vinho e minh'água ardente
      Hoje és somente estilhaços em mim.

publicado por SISTER às 11:05

            Nuvens fragmentadas, ainda dão a entender,
            restos de uma claridade, de mais um dia passado,
            fazendo nascer, aos poucos, um belo pôr de sol.



            O azul das nuvens, mostra-se, cada vez mais,
            da cor do mar, em suas águas tranquilas, com
            pequenas ondas, beijando as areias da praia.



            Nisto, um último resistente, deixando-se, para trás,
            tendo, para sua contemplação, o espírito vivo,
            da própria natureza, banha-se, alheio a tudo e a todos.



            Um pouco mais adiante e a uma certa distância, do mar,
            rochas formam uma divisória, um espelho de água,
            retendo aí um lago, para que as crianças, possam brincar.



            A rocha é de puro granito, cinzento-escuro, que agora
            se veste de um negro, não sei se azul-escuro, à medida,
            que, a pouca luz, a remete, para a escuridão, total.



            Mais acima, depois do pequeno lago, ainda se pode ver,
            na areia molhada, rastos de pequenos animais marinhos,
            e, um último ponto de luz amarela, identificado, pelo sol.



            Até que, finalmente, entre vermelhos e amarelos, o sol
            se põe, caindo a noite cerrada, por sobre a paisagem,
            deixando-nos, somente, um conjunto, de ruídos, conhecidos.



            Fresca se mostra a noite, junto ao mar, com sua brisa,
            marítima. Enquanto ao longe, se ouvem as ondas rebentarem,
            seguindo-se um silêncio, inspirador, para qualquer poeta.




          

publicado por SISTER às 11:04

                  Num sol radiante, junto à praia,
                  desta bela aldeia, entre árvores fortes e
                  casas do mesmo tamanho, onde
                  grandes e pequenos, se banham, alegremente,
                  passeia-se, mais acima, adentrando a estrada,
                  junto a um muro antigo, um homem e sua
                  bicicleta.



                  Na cabeça, um chapéu, traz-lhe algum conforto,
                  protegendo-o, do sol inclemente. E, enquanto,
                  pedala, segue-o sua sombra,
                  o que, numa pura ilusão, de óptica,
                  lembra alguma resistência,
                  de há muito já perdida,
                  de quem a repercute, no chão,
                  consequência, de sua idade avançada.



                  No entanto, nem pela idade, deixou de ser
                  uma pessoa astuta, pois não o
                  surpreendeu,
                  a objectiva do fotografo, olhando-a directamente,
                  no instante, da prata explosão,
                  que perdurará, para lá, deste e de outros tempos,
                  a haver… recordando, o homem, da bicicleta. 




            

publicado por SISTER às 11:02

Sob o laço forte
Algo mais que a sorte
Floresce distraído

Sentimento nobre
Escuta a boa sorte
E anda a contratempo

Veja então a senda
Acaso não se prenda
A mente ao teu início


Seja assim a bela lenda
Imortal tão serena
Que caminha e começa
Manifesta em promessa
O Amor e seu querer.

publicado por SISTER às 11:00

Amigos são promessas
Guardo-os hoje em meu peito
Outrora são lembranças
Feitas de emoção

Que esperam e anseiam
Na estrada desta vida
O valor de um sorriso
De encontro à emoção

Assim é a Alegria
Feita de sorrisos
Que reencontra no Amor
O doce equilíbrio

Eternos e sinceros
Marcantes tão modestos
Histórias bem escritas
Carregada nestes Versos.

publicado por SISTER às 10:59

A todo momento ameaçado
Nada posso dizer
Culpado e condenado
Tenho sempre de servir

O monstro dentro da cabeça
Uma criança afastada
Do mundo encantado
A dor nos faz ficar calado

Hoje,amanhã ou depois
Todos nós somos
Pedaços de papel amassado
Na lixeira do destino

Busco prazer e paz
Na poesia da cama
Uma pequena história
De poucos minutos

Mas a pressão aumenta
Um dia algo arrebenta
A carne sofre por nós
A todo momento ameaçado





 

publicado por SISTER às 10:57

              Não te encerres no passado, com a suposição de honrar a vida. Cada tempo da criatura na Terra se caracteriza por determinada grandeza, que não será lícito falsear. A infância tem a suavidade da semente que germina; a juventude guarda o encanto da flor que desabrocha e a madureza apresenta a glória tranquila da árvore frutescente.
              Não julgues que ames a alguém sem que lhe compreendas as necessidades de cada período da existência. A isso nos reportamos a fim de que  ajudes positivamente aos seres queridos que te precederam na grande romagem da desencarnação. Sem dúvida, agradecem eles o carinho com que lhes conservas o retrato da forma física ultrapassada; contudo, ser-te-ão muito mais reconhecidos sempre que lhes reconstituas a presença através de algum ato de bondade a favor de alguém, cuja memória agradecida lhes recorde o semblante em momentos de alegria e de amor, que nem sempre no mundo puderam cultivar. Decerto, sensibilizam-se ante a flor que lhes ofertas às cinzas, mas se regozijam muito mais com o socorro que faças a quem sofre, doando em nome deles, pelo qual se sentem mais atuantes e mais vivos, junto daqueles que ficaram...
              Quando mentalizes os supostos desaparecidos na voragem da morte, pensa neles do ponto de vista da imortalidade e do progresso. Um coração materno tem o direito de guardar por reliquias as roupas enfeitadas e curtas dos filhinhos que acalentou no berço, mas seria loucura impor-lhes a obrigação de usa-las, depois de homens feitos, sob o pretexto de que somente assim lhe retribuirão devotamento e ternura.
              Reverencia aqueles que partiram na direção da Vida Maior, mas converte saudade e pesar em esperança e serviço ao próximo, trabalhando com eles e por eles, em termos de confiança e reconforto, bondade e união, porquanto eles todos, acima de tudo,  são companheiros renovados e ativos, aos quais fatalmente, um dia, te reunirás.

                                          

publicado por SISTER às 10:56

                  Nossos problemas nem sempre são tão grandes quanto a nossa incapacidade de nos desfazermos deles...
                  Qualquer dificuldade se nos agiganta na imaginação, porque nos habituamos a excessiva inquietude em torno dela; sem dúvida, é forçoso criar clima propício à solução pacífica e edificante de crises que surjam e para isso justamente é que necessitamos cultivar serenidade e entendimento.

                  Reflitamos nos problemas cotidianos, categorizando-os por recursos renovadores.
                  Toda questão embaraçosa nos é apresentada qual se a vida nos propusesse um enigma.
                  Aceitemo-lo calmamente e vejamos como aproveitá-lo.

                  Comecemos por uma atitude de compreensão e simpatia, examinando-lhes as facetas.

                  Se nos achamos perante uma situação desagradável, meditemos nela, não como pesar que nos afete individualmente, mas sim como episódio com funções no benefício geral, e ajudemo-lo a encaixar-se no mecanismo das circunstâncias, em louvor da harmonia comum.
                  A pedra que acidentalmente nos fira será provavelmente a peça que sustentará a segurança na construção, e, porque nos haja trazido leve dissabor, isso não é motivo para arredá-la do serviço que deve prestar à coletividade.

                  Assim acontece com a crítica, com a desilusão, com o desentendimento ou com a perseguição gratuita.
                  Recebamo-los sem mágoa e observemos qual a mensagem favorável e útil de que se fazem veículo.

                  Tomada semelhante posição, verificaremos que a crítica nos auxilia, à maneira do inseticida capaz de imunizar a árvore do nosso trabalho contra pragas destruidoras que talvez nos ameacem de perto; aquilo que nomeamos como sendo desilusão passa a revelar-se por transformação imperiosa e benéfica; o desentendimento é a oportunidade que, muitas vezes, favorece a supressão de pequeninos obstáculos, antes de se formarem obstáculos maiores, e a perseguição gratuita habitualmente estabelece condições para que o apoio de nossos verdadeiros amigos se levante junto de nós, para união mais íntima e realizações mais amplas.

                  Nunca te amedrontes diante dos problemas que te apareçam...
                  Na maioria das circunstâncias, eles significam mudança e mudança pede adaptação à realidade para o bem de todos e mais acentuada felicidade para cada um, no nível em que cada um se coloque.
                  À frente de qualquer desafio, recordemos que todo problema é um convite da vida, em nome de Deus, para que venhamos a compreender mais amplamente, melhorar sempre e servir mais.


               

publicado por SISTER às 10:55
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Se já recolheste migalha de luz, diminui a sombra no outro...

            Vê-lo-ás, em toda parte, esperando-te auxílio.
            Esse apela para teu pão.
            Aquele aguarda a sombra de tua veste.
            Esse esmola bagatela de tua bolsa.
            Aquele roga um minuto de gentileza.
            Entretanto, mais que isso, o outro pede compreensão.
            Estava pressionado e feriu-te.
            Falava sem pensar e disse a palavra que te magoou.
            Superestimou a si mesmo e rolou no charco.
            Enlouqueceu e tenta arrastar-te ao desequilíbrio.
            Ainda quando te faça perder as últimas forças nas últimas lágrimas, compadece-te dele e ampara sempre.
            Se soubesse o que sabes, não seria problema.
            Se pudesse sustentar-se, não cairia.
            Muitas vezes terá tido o propósito de acertar, mas, perdido no nevoeiro da ignorância, tomou o erro pela verdade.
            Estimaria, decerto, sentir como sentes; contudo, ainda não recebeu no caminho as oportunidades que recebeste.
            Se te ironiza, oferece-lhe paciência.
            Se te ofende, consagra-lhe paciência maior. Ainda mesmo em se mostrando embaraçado no crime, não lhe roubes o testemunho de amizade e esperança, porque amanhã, colhido no esfogueante tribunal do remorso, lembrará teu consolo como gota de bênção.
            Se és a vítima, compadece-te ainda mais, porque não desconheces quanta dor há na conta da vida para o verbo que amaldiçoa e para a mão que apedreja.
            O outro é pedaço de nossa história, retratista de nossos atos, espelho de nossas aquisições, reflexo de nós mesmos.
            Em casa, é quem te comunga a faixa doméstica.
            No mundo, é o companheiro de experiência, seja na taça da simpatia ou no gral da aversão.
            Desse modo, sempre que impelido ao discernimento do bem, pensa no outro...
            Seja quem seja, será sempre a notícia do bem que vibre em tua alma, porque o bem que lhe ofertes é o bem verdadeiro que a Lei te credita no livro da consciência.

            A árvore é julgada pelos frutos.
            A criatura é vista pelas próprias obras.

            Em todos os sucessos que partilhemos, alguém nos carrega a imagem.
            Aquilo, pois, que fizeste ao outro, a ti mesmo fizeste.

           

publicado por SISTER às 10:54
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            "Por seus frutos os conhecereis." - Jesus. (Mateus, cap. 7, vs. 16.)

            Nem pelo tamanho...

            Nem pela configuração...

            Nem pelas ramagens...

            Nem pela imponência da copa...

            Nem pelos rebentos verdes...

            Nem pelas pontas ressequidas...

            Nem pelo aspecto brilhante...

            Nem pela apresentação desagradável...

            Nem pela vetustez do tronco...

            Nem pela fragilidade das folhas...

            Nem pela casca rústica ou delicada...

            Nem pelas flores perfumadas ou inodoras...

            Nem pelo aroma atraente...

            Nem pelas emanações repulsivas...

            Árvore alguma será conhecida ou amada pelas aparências exteriores, mas sim pelos frutos, pela utilidade, pela produção.

            Assim também nosso espírito em plena jornada...

            Ninguém que se consagre realmente à verdade dará testemunho de nós pelo que parecemos, pela  superficialidade de nossa vida, pela epiderme de nossas atitudes ou expressões individuais percebidas ou apreciadas de passagem, mas sim pela substância de nossa colaboração no progresso comum, pela importância de nosso concurso no bem geral.

            - Pelos frutos os conhecereis" - disse o Mestre.

            - "Pelas nossas ações seremos conhecidos" - repetiremos nós


       

publicado por SISTER às 10:52
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