Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

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Jul 07
A brisa passa, levando
polens e esporos da flor,
para o colo do solo fecundo
semente inoculada de rebento de flor

Que gesta, que germina e brota
uma nova primavera
Se respirando jardins de nova era
colorindo a estação primeira

Nos espectros de todas as cores
na graça de todas flores
Compondo rimados buques
para todos amores

Amores de primavera
Amores de verão
Amores de outono
Amores de inverno

Buques de desejo
Buques de paixão
Buques de amor
Alegrias do coração

Joe'A

publicado por SISTER às 06:18

Amar ou ser amado, onde o pecado?
Só quem tem mui má vontade vê mal
O amor e passa inteiramente ao lado
De uma vida feliz, como não há igual.

Amar é ceder e compreender que esse
Outro alguém, que ora amamos,
Nos quer bem, como uma rica benesse
E em tudo o que fazemos aligeiramos.

Quem quer aqui amar tem de partilhar
De um mesmo sentir, de uma maneira
Mui original e imparcial, dando aí lugar

Á diferenciação existente entre os dois,
Que, embora sendo unos, têm ladeira
Comportamental, que os junta depois.

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Cinza noite, que me rasga as entranhas,
Tais os meus medos e dores tamanhas,
Porque não me deixas em fértil descanso,
Quando meu desejo é o teu remanso?

Ah!, este medo insano, de enlouquecer!
E em vida sofrida, soçobrar e padecer.
Esta vida de poeta inda há-de arruinar-me,
E às cousas deste mundo subjugar-me.

Que me serve cantar as flores e o rico mar,
Ser das gentes a voz e seu aprendizado,
Se minha saúde de outrora me atraiçoar?

Oh, quem dera aqui, o nada por descobrir,
Ser o que vai no mundo sem ser julgado,
E assim, quando não, poder enfim dormir.

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Gris noche, que me rompe las entrañas,
Tales mis miedos y dolores tantos,
¿Por que no me dejas en fértil descanso,
Cuando mi deseo es tu remanso?

Ah! este miedo insano, de enloquecer!
Y en mi vida sufrida, naufragar y padecer.
Esta vida de poeta todavía va a  a arruinarme,
Y làs cosas de este mundo van a  subyugarme.

¿De que me sirve cantar a las flores y al rico mar,
Ser de las gentes la voz y su aprendizaje,
Si mi salud de antes me traiciona?

Oh! quien me diera aquí, la nada por descubrir,
Ser el que va por el mundo sin ser juzgado,
Y así, cuando nó, poder en fin dormir.

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

No auge de tua curta carreira, céus e terras
Abrangiam os teus lautos horizontes,
Pantomina de gestos largos, quais serras,
Onde, voando, corrias por fráguas e montes,

Atravessando oceanos então desconhecidos,
Para levar recado aos mais necessitados,
Enfrentando mil perigos, aqui e ali aparecidos,
De encontro aos que te pediam mil cuidados.

Nunca te negaste a uma missão, a ti pedida,
Enfrentaste mares e bonanças, outras guerras,
Quais delas, soubeste à partida, perdida.

Veio a paz, condecorações mil recebeste,
Faltou aqui quem te dissesse, das doutas terras,
Que o voo era o dom com que tu nasceste.

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

El gres de la tarde ya se vislumbra por detrás del río.
Quisera yo saber la disposición, para completárla
O mejor, cuando, surgiendo en el horizonte, yo fuese
A pasear mis dedos por la pantomima de las ventanas,
Demoradamente distorcidas por el viento que está allá fuera.

Gatos que pasan, llevando sombras consigo, son
Repasto para profetas y otros alquimistas,
En la baranda de sus torres de babel, quando nó,
Lo se ahora, castillos se van desmoronando,
Zozobrando a los tiempos actuales e inflexíbles.                 

Vidrieras coloridas de iglesia se engalanan, para los ritos
Nocturnos, profesando el final del mundo y a continuación
Del Laicismo. Misantropía que la noche presta a los
Incautos y pobres de espíritu, cogiendo de las beatas la
Savia, sofocándolas en su própio vómito.

Y yo doy por mí leyendo Cándido el optimista, de
Voltaire, por sobre el piano de cola de casa.
Cortinas zarandeandose tocan mi rostro. como entonces, aquí,
El monstruo simétrico, de todo lo que no tiene vuelta,
Estátua llena de musgo en el cimo hercúleo de tí!

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

En el auge de tu corta carrera, cielos y tierras
  Ciñen tus copiosos horizontes,
  Pantomina de gestos anchos, cuales sierras,
  donde, volando, corrías por fráguas y montes,

  Atravesando océanos entonces desconocidos,
  Para llevar recado a los más necesitados,
  Enfrentando mil peligros, aquí y allí aparecidos,
  De encuentro a los que te pedian mil cuidados.

  Nunca te negaste a una misión, a ti pedida,
  Enfrentaste mares y bonanzas, otras guerras,
  Cuales de ellas, supiste a la partida, perdida.

  Veo la paz, mil condecoraciones recibiste,
  Faltó aquí quien te dijera, de las sabias tierras,
  Que el vuelo era el don con que tu naciste.

  Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Se em ti existe a verdade pelas cousas
Com que trabalhaste a vida inteira;
Se, ao guardá-las, nelas enfim pousas
Tuas mãos e tua tez tão costumeira;

Se, vendo outros, tendo prole sem
Que tenham feito muito por isso,
Assenhorando-se de ti, com desdém,
Mostrando mau carácter e mau siso;

Perdoa, como o bem pouco que te resta.
E assim, quando não, serás livre,
Com todo o valor que se te apresta.

E, se ainda assim, duvidarem de ti,
Faze de teu ser aqui, algo que vive,
Mostrando-lhes o melhor do teu jardim.

Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Si en tí existe la verdad por las cosas
              Con que trabajaste la vida entera;
              Si, al guardárlas, en ellas en fin posas
              Tus manos y tu tez tan conocidas;

              Si, viendo a otros, que tiene hijos sin
              Que hayan hecho algo para eso,
              Señoreandose de tí, con desdén,
              Mostrando mal carácter y mal sentido;

              Perdona, con lo pouco que te queda.
              Y así, por lo menos, serás libre,
              Con todo el valor que tuyo és.

              Y, si aún así, dudan de tí,
              Haz de tu ser aquí, algo que vive,
              Mostrandoles lo melhor de tu jardín.

              Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Como este pino bravo, donde me siento,
        Naturaleza esparciéndo el inmenso firmamento
        Así los ébrios cielos, en el calor de la tardecita
        En rituales de azules en la noche que se avecina.

        A lo lejos el  mar se dibuja, estrecho y difuso,
        Subiendo fraguas en movimiento confuso,
        Como el retrato que ahora enmarca la playa,
        En movimientos borrachos en una rueda de falda.

        Es palo, es piedra, cápsula lunar, sonda espacial
        Maquineta de otros tiempos, velas y mochila,
        Espadachin, cohete, onda media, televisión,
        Bomba de neutrones, luneta, radiodifusión.

        Ah, si ellos supieran, lo que es soñar aquí,
        No tendrían principio ni medio ni fin,
        Cuando el sueño entrara por los ojos adentro,
        Como este pino bravo donde me siento.

        Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Hoje, queria ser nada e nada buscar.
      E, em sonho ou realidade, assim partir.
      Ser só aquele que não quer lá estar.
      E, chegado o momento, enfim seguir.

      Quem quer tudo tem nada, é um facto.
      Quem muito almeja só a si se corteja.
      Há que ter presente que o firme tacto,
      É só para quem, ao longe, se preveja.

      Queres tudo, tem nada. Sê falho de ti.
      Pois só assim conseguirás o teu intento.
      E quando mais perto estiveres de mim,
      Mais certo e correcto será teu julgamento.

      Jorge Humberto
publicado por SISTER às 06:18

Não sou aquele que chora
por um amor perdido, luto!
Amores são amores, espontâneo
livre como as ondas do mar
que não cansam de beijar a areia.
Assim serei teu mar e posso
beijar-te eternamente minha areia
cristalina que me aquece...
Ser o teu mar é absorver teu
cheiro, imacular tua imagem é
ter prazer de viver, esperar...
Ser o mar e te amar com meu
manto, eternamente te abraçar...
Marcos Alca
publicado por SISTER às 06:18

Enquanto o mar lambe a areia,
meus verdes olhos passeiam
em busca do seu vulto amado.
Este mar é o mesmo que molha
seus pés,refrescando sua pele ardente.
Como ondas,as lembranças
vão aparecendo na tela
da minha memória.
Nós dois,sob sol quente,
passeando pela praia
de mãos dadas...
Eu era feliz e sabia!
Enquanto o mar,
na maré cheia,
molha a branca areia,
meu pranto de saudade
escorre pela face
cansada de esperar por voce!

Ilze Soares
publicado por SISTER às 06:18

Enquanto o mar beija a areia,

eu sonho com os beijos teus...

Meu pensamento feito uma teia

vai tecendo os carinhos meus...

Enquanto o mar suspira pela lua,

eu desejo ser sereia...

Mergulhar no teu Ser nua,

ser tua

e te encantar com a poesia

do canto das baleias...

Enquanto o mar docemente

com pérolas veste a lua,

eu te espero eternamente

com duas esmeraldas

no meu olhar,

são tuas...
Naidaterra
publicado por SISTER às 06:18

N unca mais vou ser o mesmo homem
A paixonado estou sem conserto
M elhor nem fechar os olhos cansados
O uço sua voz nas lâmpadas amarelas
R isco algumas palavras no caderno
I magino-a nos meus braços suados
S ofro com sua ausência
C ada dia parece um tormento
A njos desapareceram da minha porta
N ão querem olhar as lágrimas
D escuidadas e cristalinas
O nde você estiver - Eu a amo !

carlos assis
publicado por SISTER às 06:18

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