Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

26
Dez 09

      " Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chama-lo-ão
      pelo nome de Emanuel, que traduzido é : Deus conosco"Mt 1:23

      Todos os anos ao nos aproximármos do dia 25 de dezembro, data escolhida para comemorar o nascimento de Jesus Cristo, as pessoas enchem-se de expectativas, Alguns montam presépios e árvores de natal,
      a grande maioria corre às compras, seja de presentes ou da farta ceia tradicional na maioria dos lares.

      Papai Noel ganha destaque em todos os lugares, canções natalinas preenchem o comércio em geral, as pessoas alegram-se com "amigos ocultos ou secretos", para o comércio é a melhor época do ano, vende-se de tudo. As crianças aguardam papai noel trazer seus presentes, o correio apinha-se de cartas para o "bom velhinho".

      Em meio a tudo isso, poucos são os que dão importância à verdadeira origem do natal.
      Não é raro encontrar crianças que desconhecem o que se comemora realmente nesse dia. Para eles Papai Noel é o herói do momento.

      O nascimento de Cristo ocupa apenas um segundo plano em tudo isso,
      portanto peço permissão aos leitores para refletir um pouco sobre o Natal.

      Nessa data comemoramos sim, o nascimento do menino Jesus, independentemente da crença de cada um é inegável a influência que esse fato teve sobre a humanidade me geral.Seus ensinamentos sobreviveram a séculos; os cristãos, independente da denominação religiosa a que sejam filiados ou simpáticos conhecem ao menos em parte a sua mensagem.

      Em tempos de comércio pungente, a figura de Jesus foi sendo relegada a um segundo plano já que Papai Noel é um garoto propaganda bem mais eloquente. O mesmo ocorre na páscoa, quando o coelhinho é muito mais lembrado que a ressurreição de Cristo.

      Voltando à abertura desta mensagem, Mt 1:16, quero desejar a todos que neste natal, recebamos em nossos corações a visita do Salvador, que realmente possamos entender o significado de "Deus Conosco".
      Que em meio a tantos festejos nos lembremos de quem é o verdadeiro aniversariante e tirar alguns minutos para contar às nossas crianças a verdadeira história do natal.

      Que neste dia 25 de dezembro, as bençãos de Deus possam repousar sobre cada um de nós e que possa se multiplicar em nosso coração a reverência ao Salvador Jesus Cristo.

      Que os que costumam brindar, o façam com sobriedade e alegria.

      Um Feliz e completo natal é o que desejo a todos os amigos e leitores.


     

publicado por SISTER às 11:59

15
Dez 09

      Havia um dia um ratinho
      que queria ser menino
      O natal vinha pertinho
      Já se ouviam os sinos

      Ratolino, se chamava,
      Educado e bem legal
      Ansioso aguardava
      Pela noite de Natal

      Nos seus sonhos já se via
      Co'as crianças a brincar
      Tudo o que mais queria
      Era então se transformar

      Na véspera do Natal
      Ratolino, em sentinela.
      Pôs biscoitos e curau
      Bem pertinho da janela

      Fixou bem firme as vistas
      Ficou olhando pro céu
      Esperando a visita
      Do bom e velho Noel

      Papai Noel foi chegando
      Com seu trenó colorido
      E Ratolino sonhando
      Realizar seu pedido

      Mas quando Noel desceu
      do seu trenó encantado
      Ratolino percebeu
      Que havia algo errado

      O Noel se aproximou
      Com uma caixa na mão
      Ratolino estranhou
      Ganhar um presente então

      O bom velhinho sorriu
      Ao ver ali Ratolino
      E perguntou se pediu
      Para virar um menino

      Ratolino respondeu:
      - Sim , foi esse o meu pedido
      O Noel se enterneceu
      Mas falou ao seu ouvido

      - Ratolino, bom ratinho
      Por que queres ser menino?
      Pode ser a água  vinho
      E lograr o seu destino?

      Se ratinho tu nasceste
      Bom motivo há de haver
      Ou será que te esqueceste
      Do bem que podes fazer?

      Se tu fosses um menino
      Quem faria pois o bem
      Que tu fazes aos ratinhos?
      Já te respondo: Ninguém!

      Tu podes ser diferente
      E achares isso estranho
      Mas de que vale ser gente
      Ter diferente tamanho

      Se o coração se fechar
      E o bem não se fazer
      Aos outros nunca ajudar
      E fingir a dor não ver?

      Tu, querido Ratolino,
      Diferente como és,
      Não há dentre os meninos
      Um que chegue aos teus pés.

      Somos todos diferentes
      Cada qual com seu talento
      Ser ratinho ou ser gente
      Depende do sentimento

      Há tanta gente sem fé;
      E tanto ratinho crente;
      Tanto menino ratinho
      Tanto ratinho que é gente

      Não importa o tamanho
      O que vale é o coração
      Pois mesmo aquele estranho
      É no fundo nosso irmão

      Ratolino tudo ouvia
      Das palavras de Noel
      E o mundo parecia
      Um imenso carrossel

      Ratolino entendeu
      Que nas voltas desta vida
      Se ratinho ele nasceu
      Foi por divina medida

      Entendeu que seu valor
      Não estava na aparência
      Mas sim na força do amor
      E da sua consciência.

      Ratolino e o Pai Natal
      Se despediram co'um beijo
      E o presente? Que legal!
      Um delicioso queijo.

      O nosso amigo ratinho
      Foi o queijo repartir
      Com muito amor e carinho
      E a todos fez sorrir.

publicado por SISTER às 12:34

03
Dez 09

      O barco hoje jaz na areia esquecido
      Tão afastado do mar mais além
      Nele respousam amores perdidos
      Nele se ouvem suspiros d'alguém

      Por tant'encanto já ter conduzido
      Não merecia tamanho desdém
      Barco sem remos meu pobre amigo
      Tantos levaste e não levas ninguém

      Como te chamas não sei na verdade
      Nem se o teu nome alguém já conhece
      Mas eu te vejo, sozinho nas tardes

      E com' um nome, todo ser merece
      Eu te batizo de "minha saudade"
      Pois quem levaste, jamais te esquece.

publicado por SISTER às 14:06

22
Nov 09

      A verdade é algo a que nos desacostumamos ao longo desta jornada terrena.
      Quando crianças, ainda impolutos das ditas relações sociais, temos a liberdade
      de dizer aquilo que pensamos sobre o que é bonito ou feio, chato ou legal.
      No entanto logo somos reprendidos pelos mais velhos pois " não fica bem dizer que
      a tia fulana é gorda, ou feia ou chata"

      Estabelece-se aí um paradoxo dos mais devastadores na formação do ser humano:

      Nos dizem repetidamente que é feio mentir, que papai do céu castiga, que o nariz cresce, etc.
      Ao mesmo tempo, os tais pretensos "bons modos" impedem a sinceridade.

      Passamos a crer que, para não magoar ou não criar polêmicas vale mentir.
      Ah, mas são mentirinhas leves no intuito de  facilitar a convivência, dirão alguns.
      A verdade é que mentiras são mentiras e, tal como as drogas, viciam.
      Quem de nós já não se viu, quase que obrigado a tecer elogios infundados a alguém?

      O perigo maior de tudo isto é que acabamos por criar ilhas de ilusão, deixamos de
      dar subsídios às pessoas para que melhorem em algum ponto.

      Ao longo do tempo temos nos tornado uma sociedade hipócrita aonde se elogia
      qualquer coisa apenas para receber o mesmo tratamento de volta.

      Quando alguém destoa desse modo de agir, é logo taxado de louco ou grosso.

      Quem se atreve a dizer a verdade é punido pela sociedade ou pelos grupos sociais,
      tão acostumados a passar a vida engolindo sapos em busca de uma posição social,
      que logo reagem como verdadeiros inquisidores contra os mais sinceros.

      Uma das primeiras coisas que se tenta argumentar, e que de tão repetida parece
      ser uma verdade aos ouvidos e olhos de quem a profere é:

      Essa é a TUA verdade! Fique com a TUA verdade que eu fico com a minha.

      Como se a toda a verdade fosse uma coisa absolutamente relativa e variasse em gênero e
      intensidade  de acordo com o bel prazer de nós, pobres mortais.

      A questão é que nos acostumamos tanto a habitar a penumbra das "meias-verdades"
      e do troca-troca de favores que quando alguém nos confronta com a realidade,
      por mais óbvia que ela seja, sentimos um grande desconforto, tal e qual o de
      alguém que sai de um ambiente precariamente iluminado e dê de cara com a luminosidade
      do sol do meio dia. Nossa reação automática e imediata é cerrar os olhos e evitar a luz.

      Reverter tal processo, profundamente arraigado no seio da sociedade, por certo que
      não é uma tarefa que se consiga realizar da noite para o dia, mas que deve acontecer
      no íntimo de cada ser humano. Quanto mais habituados ao elogio fácil formos,
      tão mais difícil e dolorosa há de ser tal modificação de comportamento.

      Viveremos como os cidadões daquele reino em que o vaidoso monarca quis
      uma vestimenta mais bela e luxuosa do que qualquer outro.

      Contratou dois pretensos alfaites que o convenceram de que o tecido que traziam
      era tão preciso e especial que só poderia ser visto pelos olhos dos mais inteligentes.
      O rei deixou-se levar pela sua vaidade e orgulho e, por medo de parecer ignorante
      caiu no engodo dos espertalhões e mandou anunciar pelo reino que a sua vestimenta
      só podia ser vista pelos súditos mais inteligentes.

      No dia marcado, lá se foi o presunçoso monarca a desfilar sua "roupa" pelas ruas
      da capital e todos a sua volta faziam reverencia e elogiavam o inexistente tecido
      como se fosse uma obra-prima finamente tecida.
      No entanto, em certo momento, uma garoto ( provavelmete um ancestral do joãozinho das piadas)
      que nada tinha a ver com a hipocrisia coletiva deu um grito no meio da multidão:
      O REI ESTÁ NÚ!

      Foi o que bastou para que todos caíssem na gargalhada e parassem com o fingimento.

      Claro que hoje em dia o tal garoto seria amordaçado pelos pais que seriam escorraçados
      do meio da multidão por não saberem "educar " bem o seu filho.

      Sinal dos tempos...a fábula deve ter algumas centenas de anos.

      Apenas para encerrar esta crônica, gostaria de citar as palavras de Cristo:
      Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!

      Podemos lavar as mãos como pilatos e deixar tudo como está,
      ou podemos ao menos não reagir intempestivamente quando alguma verdade
      nos confrontar com nossos medos e desejos de seguir ao sabor do vento
      morno do troca-troca dos elogios superfíciais e da complacência premeditada
      para com nossas imperfeições.

publicado por SISTER às 10:16

19
Nov 09

 verdade é algo a que nos desacostumamos ao longo desta jornada terrena.
Quando crianças, ainda impolutos das ditas relações sociais, temos a liberdade
de dizer aquilo que pensamos sobre o que é bonito ou feio, chato ou legal.
No entanto logo somos reprendidos pelos mais velhos pois " não fica bem dizer que
a tia fulana é gorda, ou feia ou chata"
 
Estabelece-se aí um paradoxo dos mais devastadores na formação do ser humano:
 
Nos dizem repetidamente que é feio mentir, que papai do céu castiga, que o nariz cresce, etc.
Ao mesmo tempo, os tais pretensos "bons modos" impedem a sinceridade.
 
Passamos a crer que, para não magoar ou não criar polêmicas vale mentir.
Ah, mas são mentirinhas leves no intuito de  facilitar a convivência, dirão alguns.
A verdade é que mentiras são mentiras e, tal como as drogas, viciam.
Quem de nós já não se viu, quase que obrigado a tecer elogios infundados a alguém?
 
O perigo maior de tudo isto é que acabamos por criar ilhas de ilusão, deixamos de
dar subsídios às pessoas para que melhorem em algum ponto.
 
Ao longo do tempo temos nos tornado uma sociedade hipócrita aonde se elogia
qualquer coisa apenas para receber o mesmo tratamento de volta.
 
Quando alguém destoa desse modo de agir, é logo taxado de louco ou grosso.
 
Quem se atreve a dizer a verdade é punido pela sociedade ou pelos grupos sociais,
tão acostumados a passar a vida engolindo sapos em busca de uma posição social,
que logo reagem como verdadeiros inquisidores contra os mais sinceros.
 
Uma das primeiras coisas que se tenta argumentar, e que de tão repetida parece
ser uma verdade aos ouvidos e olhos de quem a profere é:
 
Essa é a TUA verdade! Fique com a TUA verdade que eu fico com a minha.
 
Como se a toda a verdade fosse uma coisa absolutamente relativa e variasse em gênero e
intensidade  de acordo com o bel prazer de nós, pobres mortais.
 
A questão é que nos acostumamos tanto a habitar a penumbra das "meias-verdades"
e do troca-troca de favores que quando alguém nos confronta com a realidade,
por mais óbvia que ela seja, sentimos um grande desconforto, tal e qual o de
alguém que sai de um ambiente precariamente iluminado e dê de cara com a luminosidade
do sol do meio dia. Nossa reação automática e imediata é cerrar os olhos e evitar a luz.
 
Reverter tal processo, profundamente arraigado no seio da sociedade, por certo que
não é uma tarefa que se consiga realizar da noite para o dia, mas que deve acontecer
no íntimo de cada ser humano. Quanto mais habituados ao elogio fácil formos,
tão mais difícil e dolorosa há de ser tal modificação de comportamento.
 
Viveremos como os cidadões daquele reino em que o vaidoso monarca quis
uma vestimenta mais bela e luxuosa do que qualquer outro.
 
Contratou dois pretensos alfaites que o convenceram de que o tecido que traziam
era tão preciso e especial que só poderia ser visto pelos olhos dos mais inteligentes.
O rei deixou-se levar pela sua vaidade e orgulho e, por medo de parecer ignorante
caiu no engodo dos espertalhões e mandou anunciar pelo reino que a sua vestimenta
só podia ser vista pelos súditos mais inteligentes.
 
No dia marcado, lá se foi o presunçoso monarca a desfilar sua "roupa" pelas ruas
da capital e todos a sua volta faziam reverencia e elogiavam o inexistente tecido
como se fosse uma obra-prima finamente tecida.
No entanto, em certo momento, uma garoto ( provavelmete um ancestral do joãozinho das piadas)
que nada tinha a ver com a hipocrisia coletiva deu um grito no meio da multidão:
O REI ESTÁ NÚ!
 
Foi o que bastou para que todos caíssem na gargalhada e parassem com o fingimento.
 
Claro que hoje em dia o tal garoto seria amordaçado pelos pais que seriam escorraçados
do meio da multidão por não saberem "educar " bem o seu filho.
 
Sinal dos tempos...a fábula deve ter algumas centenas de anos.
 
Apenas para encerrar esta crônica, gostaria de citar as palavras de Cristo:
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!
 
Podemos lavar as mãos como pilatos e deixar tudo como está,
ou podemos ao menos não reagir intempestivamente quando alguma verdade
nos confrontar com nossos medos e desejos de seguir ao sabor do vento
morno do troca-troca dos elogios superfíciais e da complacência premeditada
para com nossas imperfeições.
 

 

publicado por SISTER às 06:17

18
Nov 09

      Sonhei mil sonhos, rompi caminhos
      Acreditei na força da verdade
      Semeei flores, colhi espinhos,
      Feri as mãos ao dar carinhos
      Plantei amor, brotou a saudade

      Na ânsia louca de me encontar
      Afastei-me da minha estrada
      Içei as velas ,cortei o mar
      Na tempestade fui navegar
      E encontrei, além, o nada

      Tantas palavras no vento perdidas
      Tantas intrigas nas sombras esguias
      Vendem a morte, prometem a vida
      Injetam veneno e causam feridas
      Enchem o ego das almas vazias

      Sigo meu rumo de cabeça erguida
      Muitas sementes irão germinar
      No seu próprio tempo, as flores crescidas
      Irão expurgar o mal e as feridas
      De quem sabiamente souber procurar

      Desci ao inferno em busca do céu
      Fiz-me de escada, mas poucos subiram
      Pisaram-me a fronte, cuspiram-me fel
      Voaram -abelhas- em busca de mel
      E a morte chegar, por certo não viram

      Deixo contigo o meu testamento
      Nele um tesouro, oculto está
      Se o puderes ver, chegou o teu tempo
      Se  não o encontras, por ti eu lamento
      Ainda não sabes ao bem enxergar.

publicado por SISTER às 08:08

15
Nov 09

O nosso leito desfeito no tempo
Ainda guarda teu raro perfume
Hoje disperso; tão longe do lume
Cheira saudade a todo momento

Foi-se no vento meu contentamento
Culpo o destino? Apenas queixumes.
Aonde o amor? Detrás dum tapume?
Aonde a paixão? Cruel contratempo.

Sonhos de verão, nas noites vazias
Reminiscências do não permitido
Fez o destino mil estripulias

Gerou o medo e a indecisão
Hoje o perfume, no ar diluído
Cerra os ouvidos à voz da paixão.

publicado por SISTER às 11:41

08
Nov 09

      Sinal vermelho, hora do rush

      Corre criança...pedindo trocado

      Sem qu'esperança no seu peito murche

      inda qu'encontre teu vidro fechado



      Compr'uma bala! Pedido que ruge

      Vidro erguido  - Estou atrasado!

      Corre menino, o tempo já urge!

      Abre o sinal, também apressado



      Cai a noitinha, o morro espera,

      Monstro quimera na boca da noite

      Ouvem-se tiros de mais uma guerra



      Um grito atróz, só mais uma vida,

      Vida ceifada, só mais um açoite

      Última bala, a bala perdida

publicado por SISTER às 11:32

05
Nov 09


      Os meus outrora tão líricos versos
      Hoje dispersos ,cavalgam no tempo
      Soltos no vento singrando o universo
      Sonhos reversos de meus sentimentos

      Doces momentos, instantes complexos,
      Atos reflexos, em busca de alento
      Hoje ao relento, flagelos perversos
      Rasgam o verso do meu pensamento

      Rosas vermelhas me rasgam o peito
      Hoje desfeito, pingando rubis
      Poemas que fiz, hoje rarefeitos

      Parcos confeitos sabor de anis
      São hoje zumbis, rios fora do leito
      Becos estreitos, escritos de giz.

publicado por SISTER às 07:26

19
Out 09

Há lugares em que estive sem estar
Há lugares em que estando nunca estive
Pontes pênseis  que cruzei por sobre o mar
E grilhões que me tornaram homem livre

Criei asas e voei em pleno ar
Subi cerros e rolei pelos declives
Muito amei pelo desejo de amar
Muitos ganhos e derrotas obtive

Nos lugares onde chega minha voz
( Inda que muda soe na amplidão )
Ata os fios soltos formando fortes nós

E se acaso o verso perde-se no vento
Sempre haverá um nobre coração
Para resgatá-lo das malhas do tempo.

publicado por SISTER às 08:45

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