Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

15
Dez 09

Destino que fustiga meu momento.

Não subestime minha tenacidade.

Costumo iludir com sagacidade,

Ao tempo sou o ultraje do elemento.



Recuso submissão ao texto comum.

Servidão á lógica pura improbidade.

Meu delito por priorizar a verdade,

Por um nada prefiro ser o nenhum.



Tal argumento no expurgo da aurora,

Tange meu jeito no sorriso do agora.

Não tente me entender sem o arrebol.



Sou das regras a incomoda anarquia.

A incoerência me ofereceu parceria,

Para suportar todo peso de um amor.




 

publicado por SISTER às 14:05

11
Nov 09

                  Eu só quero falar de saudades amanhã.

                  Após o sonho, depois do sorriso, sim!

                  Isto! Agora, nenhum momento a mais.

                  A própria ocasião se basta por hora.

                  Não sofrerei antecipadamente a dor.

                  Porque existimos neste intervalo,

                  E o subseqüente destino paira apenas,

                  No reflexo de um futuro ainda inconsistente.

                  Rosto a rosto, pele a pele, essência e cores,

                  Riso e sabores; o que vier amanhã?

                  Terá outro sentido, mesmo que seja

                  Para amar mais uma vez.

publicado por SISTER às 05:54

10
Mai 09

      Ser todo no me bastaría
      Si en todo
      Tu amor no consta
      Ni en la más abstracta
      Forma de catarsis
      Y entonces de todo
      Nada me restaría
      Una vez que, sin su amor...
      Todo no hace sentido
      Todo es sólo aquello
      Un resto
      Un residuo
      Que no es nada sin usted.

publicado por SISTER às 11:18

      Ser tudo não me bastaria
      Se em tudo
      Teu amor não consta
      Nem na mais abstrata
      Forma de catarse
      E então de tudo
      Nada me restaria
      Uma vez que, sem seu amor...
      Tudo não faz sentido
      Tudo é só aquilo
      Um resto
      Um resíduo
      Que não é nada sem você.

publicado por SISTER às 11:17

05
Mai 09

     Há coisas...
      Que sob escusas
      Entorpecem-me de ti.
      Há ocasiões;
      Que só o olhar,
      Não faz a suficiência se bastar.
      Porque no toque, e do tato,
      Sinto-me! Invadindo-te.
      Evadindo-me,
      Pressinto-me embriagado.
      Títere nos teus braços.
      E então...
      O lúdico brinquedo,
      Que faço dos teus lábios.
      Molha-se.
      Só para obter,
      O gosto, o perfume.
      E o cerne da emoção...
      Densa, encorpada!
      Maravilhosamente,
      Exagerada...


    

publicado por SISTER às 06:45

28
Abr 09

      Então pelo melhor amor amei enfim.
      Toda loucura do momento intenso,
      A plena trajetória de um desejo assim.
      Ensandecido como delicioso tormento.

      Como se fosse possível ser só amor.
      E sendo plausível amar até o fim,
      O limite que chega a ser a intensa dor,
      A dor de amar-te mais do que a mim.

      Porque a plenitude contudo descansa,
      No apetite que na alma suplanta,
      A agonia extrema de tanto possuir-te.

      Algo além de toda conjetura viva.
      O prazer da vida quase subjetiva,
      Ao abrir o coração para uma paixão.



  

publicado por SISTER às 07:37

29
Mar 09

                  Eu vi,

                  Entre os reflexos súbitos

                  Dos faróis apressados,

                  Um sorriso extremo.

                  Era a noite que ainda envolvia

                  Os cruzamentos complexos,

                  Com seu abraço frio.

                  Senti,

                  A amplitude da rua.

                  Notei que minha face nua,

                  Guarnecia molhada a ocasião.

                  Só o perfil da calçada

                  Tinha algo a me dizer.

                  Com certeza essa conversa,

                  Veria o amanhecer.

                  

             

publicado por SISTER às 11:05

23
Mar 09

Não sou difuso,
Uso a essência nas palavras.
Concentrado na contenção do gargalo,
Me oculto do ultraje.
Na concepção da idéia
Finjo não amar como disfarce.
Me oculto da dor:
Por uma urgência, um momento lacônico.
Que após a agonia
Venha me falar da paixão.
Uma gota de delírio nesta monotonia.

 

publicado por SISTER às 10:19

12
Mar 09

Em sombras só me resta à solidão.
      E tudo que me dizem turva a face,
      Emudece no intento o disfarce,
      Sobras assim, dispersas na multidão.
      
      Se do açoite a marca tanto mereço;
      Entristeço junto à lua no pernoite.
      Um momento uma lágrima e o preço,
      Pago: nas entranhas escuras da noite.
      
      Desisti; capitulei as desavenças.
      Um coração, jazigo de sentenças,
      Elegia ao fim de uma opinião.
      
      Onde estão as astutas primazias?
      Que em ti me traziam alegrias,
      Já não habitam mais meu coração.


 

publicado por SISTER às 09:20

08
Fev 09

      Subterfúgio, isso que me veste,

      Na hora impar de um querer.

      Entretanto entre esquinas a lua.

      

      Rua fria e nua para meus passos,

      Escassos, esparsos na imensidão.

      Futuro passado, presente perdido.

      

      Banido de uma vontade por hora.

      

      O desejo vencido no vício do olhar.


      

 

publicado por SISTER às 14:03

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