Bem Vindos O que os homens chamam de amizade nada mais é do que uma aliança, uma conciliação de interesses recíprocos, uma troca de favores. Na realidade, é um sistema comercial, no qual o amor de si mesmo espera recolher alguma vantagem. La Ro

08
Abr 07
Minha alma cansada
e o meu coração cheio de dúvidas carecem de desabafo...
 
Acredito que essa poesia,
pelo seu conteúdo,
por ninguém interessa, ser lida.
 
Ela  trata de uma revelação de sentimento pessoal, interior
que, no âmago,
a origem é o amor...
 
O poeta triste
é como um mal perfume,
traz desconforto ao ambiente...
 
Um mal-estar vem à lume, qualquer  um sente
o odor...
 
O que faz diferença no poeta, é que ele escreve tudo que vem à mente...
 
Por isso que fala tanto de saudade, assim como fala do encanto, das belezas,
também não esconde
a sua tristeza...
 
Mas, quem não tem seus dissabores,
Quem não tem momentos de frustração,
Quem não chora as suas dores!
 
Quem não se sente incompreendido!
Quem não mergulha na incerteza!
Quem, na sua desilusão,
não sente tristeza!
 
Uma luz pisca no horizonte da minha vida,
isso, acredito, pode ser a esperança...
 
 Tudo é passageiro, até a própria vida,
desde a euforia das conquistas,
até, os momentos de incerteza...
 
Quero incluir nessas alternâncias
a presença da minha tristeza...
 
Falta-me argumentos para encerrar estepoema,
porque não tenho um motivo concreto
para justificar essa lamentação...
 
Digo para quem me lê, que me entenda,
tenho, como você,
Um coração!
 
Tarcísio Ribeiro Costa
 
 
publicado por SISTER às 06:51

No alpendre, sob o luzir
luminescente da lua,
olho distraída para as luzentes estrelas,
que bailam aqui e ali,
fazendo todo o céu resplandecer.
Perdida em recordações distantes,
penso no significado
da claridade que se derrama
sobre o chão...
Mistérios existem neste imenso luzeiro
que clareia e encanta nossas noites.
Será só isto?...
Um simples agrupamento de astros?...
Penso na paz que tento encontrar
em meus dias contraditórios
e, às vezes sem nexo;
no fulgor perdido dos meus sonhos
e no olhar abatido pelo cansaço...
Queria tanto me interagir
com o manto luzidio
e encontrar o clarão
suave-dourado,
que clareasse meus sentimentos
e pensamentos.
...Deixo o luminoso luar tocar
meus cabelos
e choro,
não com lágrimas nos olhos,
mas no coração;
pois que entre a fantasia e a realidade
estão meus atos e os fatos do dia-a-dia.
Minh'alma se entristece,
mas ainda tenho esperança
no amanhã que um dia virá...
Grande é o percurso dos momentos...
Longa é a viagem...
A cada parada,
uma nova aprendizagem,
a cada regresso 
uma outra oportunidade... 
...E, assim se fará,
até um dia,
minha própria luz brilhar.
Anna Peralva
publicado por SISTER às 06:51

Tenho nos olhos um brilho que busca
no brilho dos teus olhos, um encontro
de caminhos, para eu poder viajar...
Nessa luz que teus olhos emanam,
vejo estrelas repletas de cores...
centelhas que me guiam cada vez
mais para dentro do teu olhar...
Entro dentro de você pelos teus olhos.
 
 
 
Sinto dor e prazer!... Você chora e sorri,
deseja a carne com amor... só que o sexo
engana, você sofre e cresce,  se transforma
em anjo e me protege, só com o brilho do teu olhar.
Luz menina, no caminho dos teus olhos encontrei
colo de mãe e ventre de mulher.
Luz menina, mesmo que eu não te toque,
 nunca me negue o brilho do teu olhar...
Miguel Ângelo Ravanini Neto
 
publicado por SISTER às 06:51

tem dias que as coisas acontecem inesperadamente...
 
mas algumas são inacreditáveis...
 
e como são!
 
quem me mandou sentar e escrever?
 
enquanto dava asas à imaginação
 
criando e recriando fantasias
 
com doses de amor
 
tristeza
 
saudade
 
e muitos outros sentimentos enclausurados em minh'alma,
 
 acontece o inesperado...
 
chegas de mansinho e me enfeitiças só com um olhar...
 
que barbaridade!
 
que sentimento é este que me domina?
 
como surges do nada e me enlouqueces?
 
resultado...
 
só quero sentir-te mais uma vez ao meu lado
e esquecer que o mundo existe...
 
nem quero mais escrever,
apenas viver!
 
 
Millie
publicado por SISTER às 06:51

Nessas horas de espera
Sou amansada fera
De tão sereno que fico
 
De sonhos e planos estou rico
Abastado de silêncios e esperanças
Mas mesmo sendo assim tão sonhadores
Já não somos mais crianças
Das últimas nove luas
Fizemos nossas alianças
 
Eu devo ser o único homem
Na face deste planeta
Que está sendo rígido pela lua
Brincadeira perfeita
Da Deusa do amor nua
 
Eu moro em São Paulo
E ela vive no Luar


Nessas horas de espera
Sou amansada fera
De tão sereno que fico
 
De sonhos e planos estou rico
Abastado de silêncios e esperanças
Mas mesmo sendo assim tão sonhadores
Já não somos mais crianças
Das últimas nove luas
Fizemos nossas alianças
 
Eu devo ser o único homem
Na face deste planeta
Que está sendo rígido pela lua
Brincadeira perfeita
Da Deusa do amor nua
 
Eu moro em São Paulo
E ela vive no Luar


Nessas horas de espera
Sou amansada fera
De tão sereno que fico
 
De sonhos e planos estou rico
Abastado de silêncios e esperanças
Mas mesmo sendo assim tão sonhadores
Já não somos mais crianças
Das últimas nove luas
Fizemos nossas alianças
 
Eu devo ser o único homem
Na face deste planeta
Que está sendo rígido pela lua
Brincadeira perfeita
Da Deusa do amor nua
 
Eu moro em São Paulo
E ela vive no Luar


Nessas horas de espera
Sou amansada fera
De tão sereno que fico
 
De sonhos e planos estou rico
Abastado de silêncios e esperanças
Mas mesmo sendo assim tão sonhadores
Já não somos mais crianças
Das últimas nove luas
Fizemos nossas alianças
 
Eu devo ser o único homem
Na face deste planeta
Que está sendo rígido pela lua
Brincadeira perfeita
Da Deusa do amor nua
 
Eu moro em São Paulo
E ela vive no Luar

 

 

Andre Luis Aquino

publicado por SISTER às 06:51

Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
Ver-te feliz em outros braços
faz-me entender
que é o fim
 
Nada te pedi
nada cobrei
apenas te amei
sempre foi assim
 
Hoje ainda nada te peço
nada cobro
apenas espero
que me devolvas
tudo que levou de mim
 
Uma vida
um sonho
um amor sem fim
 
Célia Jardim
publicado por SISTER às 06:51

Queria ter nascido árvore
Para sombrear teu caminho
Sempre que por mim passasses
Alta,frondosa e bem verde
Sempre pronta a te dar abrigo
Suavizaria teu cansaço
Com a brisa perpassando a folhagem
Aliviando nos dias quentes o teu calor
Em mim encontrarias alimento
E o aconchego do amor
Viveria só para te dar guarida
Bendizendo sempre
Tua passagem ou visita
 
Orinho
publicado por SISTER às 06:51

Quando sua presença vem
nítida em minha mente,
e os pensamentos visitam
a alma,superando o pensamento
é hora de reverenciar minhas emoções.
No meio da mata o sabiá
cantando me chamando,
canta alegremente
acordando minhas recordações.
Me traz as saudades da infância
férias na fazenda,
café no bule, broa de fubá,
animação da garotada,
vovó contente com a casa cheia,
não se importava com tanta algazarra.
No meio do laranjal
a criançada brincava despreocupada
nem via a lida pesada dos que
aravam a terra para plantar.
Saudades dos banhos de cachoeira
nas tardes quentes de verão,
passeios de charrete,
voltas no velho caminhão,
quando íamos na vila buscar
mantimentos para alimentar
a peonzada e matar a fome da
criançada,éramos tantos...
Nem sei se me lembro mais
tantos primos e primas,
tios e tias, todos a nos
proporcionarem ferias
inesquecíveis.
Triste era depois voltar
para os estudos e a vida na
cidade grande, a capital.
Nas noites enluaradas
fazíamos uma grande fogueira
e meus tios com suas violas
cantavam suas modinhas
canções da velha Pátria
a Itália querida,que ficou
além mar.
para os casais dançarem,
e as saudades matar.
E nós a molecada
preparávamos caveira
de abóboras,colocávamos
lamparinas ou velas dentro,
para os mais pequeninos
no meio da noite escura,
assustarmos....
Eita época boa!Como dizia
o boiadeiro, o velho Tião
eita tempo bão!
No casulo de minhas saudades
ficaram para trás,recordações
imortais, como a história dos
meus avós paternos,
que se conheceram, se apaixonaram
nos porões do navio, que os conduzia
a terra prometida, Brasil.
Mas ao receberam seu quinhão
o destino os separou,
indo cada um para um roçado,
uma vila distante, nua, pobre
para uma vida de sonhos
e de ilusões recomeçar.
Perdidos de vista,
sem se importar, os corações
mantiveram-se apaixonados.
E quando meu avo veio a
primeira vez a vila de Itaguassu
acompanhado do seu pai,
vender o milho e o café,
essas duas almas gêmeas
se reencontraram,
e não se separaram mais.
Foram 52 anos de feliz união
12 filhos que lhes seguiram os passos,
aprenderam que na honestidade
se pode viver abençoado, e para meu
maior orgulho, o único filho que se
formou foi meu amado pai.
Que veio para a capital
o filho casulo, o mais destemido
em cima de um cavalo baio
para aprender as letras,e como
aluno aplicado, por uma boa
família foi adotado e logo
ganhou uma bolsa no internato
São Vicente de Paula,
onde orgulhosamente recebeu
sob aplausos o diploma
tão sonhado.
Ah! Pai querido!
Quanto orgulho tenho de você,
homem dócil, valente, que mesmo
o destino cruel, roubando-lhe a
visão de repente, nunca esmoreceu,
junto à minha querida mãe,
venceram todas as batalhas,
e fizeram de mim uma rainha
do meu irmão um rei...
pena que seu reinado durou pouco,
hoje anjo também, sinto que dos
céus os três me abençoam
e eu respondo Amém!
São nos casulos das saudades
a força que tiro
para sobreviver e não me abater.
Transformo em flor,
o dia que vou viver, florescendo
a cada novo amanhecer.
Quando sua presença vem
nítida em minha mente,
e os pensamentos visitam
a alma,superando o pensamento
é hora de reverenciar minhas emoções.
No meio da mata o sabiá
cantando me chamando,
canta alegremente
acordando minhas recordações.
Me traz as saudades da infância
férias na fazenda,
café no bule, broa de fubá,
animação da garotada,
vovó contente com a casa cheia,
não se importava com tanta algazarra.
No meio do laranjal
a criançada brincava despreocupada
nem via a lida pesada dos que
aravam a terra para plantar.
Saudades dos banhos de cachoeira
nas tardes quentes de verão,
passeios de charrete,
voltas no velho caminhão,
quando íamos na vila buscar
mantimentos para alimentar
a peonzada e matar a fome da
criançada,éramos tantos...
Nem sei se me lembro mais
tantos primos e primas,
tios e tias, todos a nos
proporcionarem ferias
inesquecíveis.
Triste era depois voltar
para os estudos e a vida na
cidade grande, a capital.
Nas noites enluaradas
fazíamos uma grande fogueira
e meus tios com suas violas
cantavam suas modinhas
canções da velha Pátria
a Itália querida,que ficou
além mar.
para os casais dançarem,
e as saudades matar.
E nós a molecada
preparávamos caveira
de abóboras,colocávamos
lamparinas ou velas dentro,
para os mais pequeninos
no meio da noite escura,
assustarmos....
Eita época boa!Como dizia
o boiadeiro, o velho Tião
eita tempo bão!
No casulo de minhas saudades
ficaram para trás,recordações
imortais, como a história dos
meus avós paternos,
que se conheceram, se apaixonaram
nos porões do navio, que os conduzia
a terra prometida, Brasil.
Mas ao receberam seu quinhão
o destino os separou,
indo cada um para um roçado,
uma vila distante, nua, pobre
para uma vida de sonhos
e de ilusões recomeçar.
Perdidos de vista,
sem se importar, os corações
mantiveram-se apaixonados.
E quando meu avo veio a
primeira vez a vila de Itaguassu
acompanhado do seu pai,
vender o milho e o café,
essas duas almas gêmeas
se reencontraram,
e não se separaram mais.
Foram 52 anos de feliz união
12 filhos que lhes seguiram os passos,
aprenderam que na honestidade
se pode viver abençoado, e para meu
maior orgulho, o único filho que se
formou foi meu amado pai.
Que veio para a capital
o filho casulo, o mais destemido
em cima de um cavalo baio
para aprender as letras,e como
aluno aplicado, por uma boa
família foi adotado e logo
ganhou uma bolsa no internato
São Vicente de Paula,
onde orgulhosamente recebeu
sob aplausos o diploma
tão sonhado.
Ah! Pai querido!
Quanto orgulho tenho de você,
homem dócil, valente, que mesmo
o destino cruel, roubando-lhe a
visão de repente, nunca esmoreceu,
junto à minha querida mãe,
venceram todas as batalhas,
e fizeram de mim uma rainha
do meu irmão um rei...
pena que seu reinado durou pouco,
hoje anjo também, sinto que dos
céus os três me abençoam
e eu respondo Amém!
São nos casulos das saudades
a força que tiro
para sobreviver e não me abater.
Transformo em flor,
o dia que vou viver, florescendo
a cada novo amanhecer.
Arneyde T. Marcheschi
publicado por SISTER às 06:51

Abril 2007
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